CTB RS participa de audiência pública na Assembleia Legislativa e reforça luta pelo fim da escala 6×1

 CTB RS participa de audiência pública na Assembleia Legislativa e reforça luta pelo fim da escala 6×1
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A CTB RS esteve presente na audiência pública promovida pela Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, realizada na manhã desta quarta-feira (25), que debateu a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1 no Brasil.

O encontro reuniu autoridades, parlamentares, representantes do Ministério do Trabalho e lideranças sindicais de diversas categorias, consolidando-se como um importante espaço de debate sobre propostas em tramitação no Congresso Nacional, como as PECs que tratam da redução da jornada semanal e da reorganização da escala de trabalho.

Durante a audiência, foram apresentados dados sobre os impactos da atual jornada na saúde dos trabalhadores, com destaque para o aumento dos casos de adoecimento mental e afastamentos do trabalho. Também foram discutidas alternativas para a redução da jornada, com geração de empregos e melhoria da qualidade de vida.

A CTB RS teve participação ativa no debate, reforçando a necessidade de mobilização social e política para avançar em uma pauta histórica da classe trabalhadora brasileira.

O presidente da Central no Estado, Rodrigo Callais, destacou a importância do momento e da unidade das entidades sindicais. “O fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho são conquistas que só virão com organização e luta. É fundamental ampliar o debate com a sociedade e pressionar para que o Congresso avance em uma pauta que representa mais dignidade, saúde e qualidade de vida para os trabalhadores e trabalhadoras”, afirmou.

A audiência também deliberou pelo encaminhamento de um documento ao governo federal, recomendando o envio de um projeto de lei em regime de urgência para tratar do tema, ampliando o debate em nível nacional.

A participação da CTB RS reafirma o compromisso da Central com a defesa dos direitos da classe trabalhadora e com a construção de um modelo de trabalho mais justo, que valorize quem produz e move a economia do país.


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