Sindimoto RS e MTE RS devem criar grupo de trabalho para enfrentar a informalidade no setor

 Sindimoto RS e MTE RS devem criar grupo de trabalho para enfrentar a informalidade no setor
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O Sindimoto RS, filiado à CTB, esteve reunido na tarde desta quarta-feira, 14, na Superintendência Regional do Ministério do Trabalho, SRT/MTE-RS, para apresentar as reivindicações da categoria que há muito luta pela sua dignidade profissional no estado e no país.

Na oportunidade, o presidente do Sindimoto, Valter Ferreira, cobrou encaminhamento de soluções para os principais problemas enfrentados, entre eles a necessidade e fiscalização das empresas irregulares e trabalho por aplicativos sem registro em carteira, além das jornadas extrapolando o limite diário, vínculo precário, e o não recolhimento da contribuição do INSS.

O superintendente Regional do Trabalho, Claudir Nespolo, explicou que o eixo fundamental da ação da Superintendência é a formalização do trabalho, com ênfase à regularização do trabalho e no combate ao chamado trabalho análogo à escravidão. Esse, segundo ele, deve ser “esforço conjunto do ente público, dos trabalhadores e empregadores para regularizar as relações e condições de trabalho”.

A reunião teve muita convergência, sobretudo no que se refere a fiscalização e conscientização. Ficou definida a criação de uma mesa, um grupo de trabalho, envolvendo todos os segmentos para efetuar ações práticas e concretas de proteção ao trabalho, segundo o que orienta a legislação.

Para Ferreira, o encontro foi muito produtivo o encontro na SRT. Segundo ele, o segmento vem enfrentando muitos problemas devido a informalidade e a consequente ausência de garantia dos direitos trabalhistas; tem havido muitos acidentes e mortes de trabalhadores, o que impacta a sociedade e as famílias. “Por isso defendemos a formalização do trabalho, porque isso dá segurança jurídica e amparo aos trabalhadores, trabalhadoras e suas famílias”, completou.

Também participaram da reunião a tesoureira do Sindimoto RS, Gabriela Gonsalves Tesoureira e o assesssor jurídico, Felipe Carmona.


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